ANS abre consulta pública para Asma Grave

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Está aberta até o dia 16 de fevereiro a consulta pública número 91 da ANS, que receberá opiniões sobre a atualização do rol de procedimentos em medicamentos cobertos pelos planos de saúde. Entre os temas consultados está a inclusão de uma terapia biológica para o tratamento da Asma Eosinofílica Grave, o Dupilumabe.

Dupilumabe possui modo de ação diferente dos demais medicamentos já disponíveis atualmente, o que permitiria médicos e pacientes terem mais uma opção no tratamento desta doença. O medicamento teve parecer preliminar favorável da ANS à incorporação no rol.

O objetivo da consulta pública é saber se a população concorda ou discorda, mesmo que parcialmente, das recomendações iniciais sobre o que os planos de saúde devem cobrir. As opiniões contribuirão para que a decisão da ANS seja tomada de forma transparente e democrática.

Todos podem participar pelo site da ANS dizendo se concordam ou discordam da recomendação favorável da ANS. Na hora de fazer a contribuição é importante justificar o porquê da opinião: pode ser falando de experiência própria ou de alguém que conheça que tem Asma Grave.

 

Sobre a Sanofi

A Sanofi se dedica a apoiar as pessoas ao longo de seus desafios de saúde. Somos uma companhia biofarmacêutica global com foco em saúde humana. Prevenimos doenças por meio de nossas vacinas e proporcionamos tratamentos inovadores para combater dor e aliviar sofrimento. Nós estamos ao lado dos poucos que convivem com doenças raras e dos milhões que lidam com doenças crônicas.

Com mais de 100 mil pessoas em 100 países, a Sanofi está transformando inovação científica em soluções de cuidados com a saúde em todo o mundo.

Sanofi, Empowering Life, uma aliada na jornada de saúde das pessoas.

 

Este material é dirigido exclusivamente à imprensa especializada como fonte de informação. Recomenda-se que o conteúdo não seja reproduzido integralmente. As informações veiculadas neste documento têm caráter apenas informativo e não podem substituir, em qualquer hipótese, as recomendações do médico ou farmacêutico nem servir de subsídio para efetuar um diagnóstico médico ou estimular a automedicação. O médico é o único profissional competente para prescrever o melhor tratamento para o seu paciente.
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