Nascida com cinco meses, menor bebê prematura internada no HRN surpreende pela recuperação

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Nascida com cinco meses, menor bebê prematura internada no HRN surpreende pela recuperação

Quem vê a pequena Aylla Vitória hoje, prestes a completar quatro meses de vida, não imagina os desafios que ela já enfrentou para sobreviver. Nascida em Massapê, a 20 km de Sobral, a criança veio ao mundo no dia 16 de maio com apenas 23 semanas e seis dias de gestação. Com o quadro de saúde delicado, a menina foi encaminhada para o Hospital Regional Norte (HRN), da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), do Governo do Estado, administrado pelo Instituto de Saúde e Gestão Hospitalar (ISGH).

FOTO: DIVULGAÇÃO

“Minha filha quando nasceu era tão prematura que foi considerada um aborto espontâneo, mas sobreviveu”, conta Gabriela Costa Sales, 17. Considerada a menor bebê prematura já internada no HRN, Aylla tinha apenas 31cm e 700g. A mãe diz que a gestação seguiu tranquila até que ela teve um sangramento e precisou ir às pressas para uma emergência obstétrica. “Minha filha chegou muito prematura, teve paradas, precisou ser intubada e eu via a preocupação de todos com ela no hospital. Agradeço porque salvaram a vida da minha filha”, destaca.

Até receber alta, no dia 21 de agosto, a menina permaneceu três meses no Hospital Regional Norte, onde passou por diferentes setores. A coordenadora médica da Neonatologia do HRN, Renata Freitas, explica que a criança teve uma boa evolução clínica, surpreendendo a equipe positivamente. “O bebê ficou em ventilação mecânica e sempre evoluiu bem. A demora foi em virtude da prematuridade. Foi o nosso bebê mais prematuro, com cerca de cinco meses. A mãe sempre permaneceu conosco no serviço, fazendo ordenha beira leito ”, explica.

AUDIO DA DRA. RENATA

Hoje, Aylla já está com 44 cm e pesa cerca de 2kg. A menina é tranquila e, segundo a mãe, só chora quando está com fome.“O tempo que eu passei no hospital me ajudou a cuidar dela direitinho. Os profissionais me ensinaram a dar medicação, banho, amamentar e ficar de olho na respiração dela”, detalha Gabriela.

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