O relacionamento candidato (a)-eleitor: como dar o start?

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Já estamos em clima eleitoral! Na verdade parece que estamos desde 2020 não é? Mas cada ano eleitoral tem seu start, é o que chamamos de pré-campanha, aquele período em que os jornais começam a ficar repletos de notícias sobre as movimentações partidárias, falas de pré-candidatos e bastidores da política e dos governos e mandatos parlamentares atuais. O som das notícias políticas parece ficar mais alto aos nossos ouvidos.

Pois bem, para os eleitores essas informações todas ainda parecem confusas porque são muitas, chegam a todo momento e os cenários mudam muito rápido. Para você que vai se candidatar, essa é a hora de começar a conversar com esses cidadãos que podem ser seus futuros eleitores, mas como se sobressair no meio desse burburinho todo?

Primeiro você sabe que não pode se apresentar como candidata ou candidato, nem tampouco pedir votos não é? Ótimo, então vou te falar que existe uma fórmula para ter um primeiro contato bem-sucedido com seu futuro eleitor. É a fórmula da Marca Política e ela se apresenta assim:

HISTÓRIA + IMAGEM + CAUSA = MARCA POLÍTICA

Eu costumo lembrar que, em política, a primeira impressão nem sempre é a que fica, mas com certeza é ela quem dá o tom do relacionamento que você vai estabelecer com os cidadãos, e a marca política é o primeiro passo nesse relacionamento. Essa fórmula permite que você se apresente e apresenta suas ideias de uma forma sutil e consistente e estabeleça a mensagem da sua futura campanha.

A partir dessa fórmula você vai contar tudo que o eleitor precisa saber para começar a se interessar por você. Na HISTÓRIA, você vai contar de onde veio, como decidiu entrar na política, por que tomou a decisão de se candidatar. Complemente isso com uma IMAGEM que reflita sua personalidade, seus valores, seu posicionamento (faça isso com cores, peças de vestuário, gestos, comportamentos) e apresente sua CAUSA, aquela dor social da sua comunidade, do seu grupo, da sua cidade ou do seu segmento, aquilo que você acredita ter condições de contribuir para a resolução ou diminuição e por quê. Não há necessidade de falar de projetos ou elaborar propostas, ainda não é hora. Diga apenas suas motivações.

A partir dessa fórmula você decide que canais vai usar, posts em redes sociais, conversas em reuniões, podcasts, vídeos e tudo o mais permitido pela legislação eleitoral na pré-campanha. Lembre-se! Não é hora de pedir voto, você nem candidato (a) é ainda, é hora de dizer a que veio ok! E ao aplicar essa fórmula você precisa seguir única regra: não seja invasivo (a)! Nada de mandar mensagens de WhatsApp sem a pessoa ter fornecido o contato, nem direct nas redes sociais ou chatear as pessoas com excessos.

Assim você consegue iniciar um diálogo sincero e começa a chamar a atenção para o que mais você tem a dizer ao longo da campanha. Quando puder se apresentar como candidato (a), as pessoas já saberão de onde você veio e pra onde quer ir, você não será “só mais um na multidão”.

 

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